As Flores Tropicais nativas do Sul da Bahia , estão entre as mais belas do mundo, e esta é uma atividade que precisa ser incentivada como alternativa econômica sustentável. As três orquídeas que vemos nas fotos são nativas do sul da Bahia . A Cattleya warner (em baixo à esquerda), é uma espécie exclusiva das mata atlântica sul baiana, e é uma das maiores estrelas das flores tropicais; e a orquídea "pingo de ouro" (à direita) povoam as matas cacaueiras . A extração ilegal ainda ameaça essas espécies, que deveriam ser vitrine para os visitantes e os negócios sustentáveis do sul da Bahia . A presença dos produtores de Holambra, em Ilhéus, no evento Ilhéus em Flor , além de uma grande satisfação, que atraiu centenas de clientes, é uma um momento de reflexão, sobre a floricultura do sul da Bahia, e uma oportunidade de chamar a atenção para o apoio que é necessário, para que a floricultura tropical de Ilhéus venha a ser incrementada, e se torne economicamente viável, gerando...
Nesta segunda reportagem sobre o Almada , apresentamos o trabalho de um documentarista, e seu olhar atento às paisagens do rio, que é um patrimônio ambiental do sul da Bahia . FOTOS DE MARCOS SOUZA . Imagens exclusivas do fotógrafo e documentarista, nascido em Itajuípe . . Área de Proteção Ambiental . A proteção da Lagoa encantada, assim como a Mata da Esperança, é um ideal antigo dos ilheenses . A Lagoa Encantada foi tombada em 1991 como patrimônio ambiental pelo município de Ilhéus, e sua relevância ecológica extraordinária fez com que o governo estadual criasse a Área de Proteção Ambiental - APA da Lagoa Encantada, em 1993. Em 2003, a APA foi ampliada em direção às nascentes e ao estuário do Rio Almada, perfazendo uma área total estimada de 157.745 ha , abrangendo os Municípios de Ilhéus, Uruçuca , Itajuípe , Barro Preto, Coaraci e Almadina , também recebendo riachos contribuintes do município de Itabuna. Estava criada então, a Área de Proteção Ambie...
Pedra de Ilhéus e Pedra de Itapitanga, criadouros naturais do "Senhor das Pedras". , Reportagem de Kallyne Cristina O Epinephelus itajara , mais conhecido no sul da Bahia como mero-canapu, habita águas costeiras nas imediações de manguezais entre Santa Catarina e Flórida (EUA). Quando jovens abrigam-se em mangues, atingem a maturidade com cerca de sete anos, quando atingem um metro. A partir daí passam a levar uma vida solitária junto a recifes na plataforma continental. Mas é durante o período de acasalamento que o mero se torna mais vulnerável à pesca e, principalmente, à caça submarina. Nessa época eles migram para recifes próximos a manguezais formando agregações reprodutivas. Desta forma, a pesca predatória e a degradação de mangues ameaçam seriamente a sobrevivência do mero-canapu em águas brasileiras. E em Ilhéus-BA, há um local de agregação reprodutiva nas imediações da Pedra de Ilhéus. Com o intuito de garantir a preservação desta população de meros, alguns setores d...
Comentários