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Mostrando postagens com o rótulo SAÚDE AMBIENTAL

Sul da Bahia chora seus mortos de DENGUE

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Em apenas dois meses de 2009, doze famílias de Itabuna estão de luto por causa do arbovírus estrangeiro e perigoso, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti . Não é a toa que esse mosquito, que gosta das cidades, esteja se proliferando por aqui, onde não falta chuva e calor. Desde que a dengue ressurgiu no Brasil (1981) e provocou o primeiro surto da doença, que matou 91 pessoas no Rio de Janeiro, em 2002, a doença vem se alastrando pelo país inteiro, e se tornou o mais grave problema de sáude ambiental dos brasileiros. Mas, apesar de todas as campanhas, ainda não sabemos como resolver esse problema. É a arbovirose que mais atinge o homem no planeta - 100 milhões de casos/ano - e nos deixa vulneráveis e incertos quanto a reação do nosso sistema imunológico aos quatro sorotipos (1,2,3 e 4) do vírus, e a sorrateira febre hemorrágica da dengue (FHD) e a síndrome de choque da dengue (SCD) que apresentam taxa de mortalidade de até 10% para pacientes hospitalizados e 30% para pacientes não tr...

O lixo nosso de cada dia

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Lixo no mar, nos rios, lixo em nossas vidas. Esse é, sem dúvida, um dos temas mais importantes da gestão ambiental, com implicações nas mais diversas áreas, que vão desde a ciência e tecnologia, às áreas da economia, cultura e educação. Como um tema transvessal, o lixo também é um dos eixos principais dos conteúdos de educação ambiental. . Mudanças se fazem necessárias no estilo de vida e nível de conscientização de cada um de nós, quando consumimos e destinamos os resíduos que produzimos. Também, a indústria e os governos precisam por em prática a ciência da reciclagem e da energia limpa para que possamos salvar o planeta e vivermos em cidades mais humanas. . O que apelidamos de lixo é uma extensão de nós mesmos. Nós produzimos, consumimos e manejamos um mundo de produtos da natureza, de recursos finitos, e portanto, o comportamento relacionado com os níveis elevados de consumo inconsequente da natureza, implicará cada vez mais na economia e na nossa qualidade de vida. . Flagrante de ...

Dengue e Chuvas

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CLIQUE NAS ILUSTRAÇÕES PARA SABER MAIS SOBRE A DENGUE Um dos verões mais secos dos últimos dez anos, ajudou os sul baianos a se livrarem temporariamente de uma epidemia da dengue. De qualquer forma, o que acontece no Rio de Janeiro serve de alerta para o que pode acontecer aqui, motivando o combate ao Aedes aegypti , enquanto temos tempo. . Esse ano, mesmo dobrando o número de casos na Bahia e vitimando mais de 80.000 pessoas no Rio de Janeiro, a dengue não causou epidemias no sul da Bahia , onde existem focos e áreas de alto risco. Em grande parte, temos razões para acreditar que isto ocorreu, não em função de uma prevenção mais eficiente, e sim, pela alteração do regime das chuvas, e um dos verões mais secos dos últimos anos. A epidemia da dengue no Rio de Janeiro é mais uma lição para quem mora nas áreas de risco, não esquivar-se de participar do combate ao Aedes aegypti , e de cobrar das autoridades públicas a atenção preventiva necessária. O Aedes aegypti é o transmissor d...

O fantasma da Febre Amarela

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Uma dupla mortal Haemagogos e Aedes aegypti A ameaça da dengue e a possibilidade de reurbanização da febre amarela são os mais graves problemas de Saúde A mbiental e da Atenção Primaria a Saúde, no Brasil, e em grande parte dos países tropicais. O vírus da dengue e da febre amarela são do mesmo tipo, um flavivírus , mas os vilões dessa tragédia , que já matou milhares de pessoas no mundo, são principalmente dois mosquitos: o Haemagogos das matas e zonas de fronteira agrícola, e o Aedes aegypti , adaptado as cidades. Os dois juntos podem migrar o vírus da febre amarela das zonas silvestres para as cidades, formando uma dupla mortal. Trata-se de uma doença zoonótica: enfermidades que acometem animais e pode ser transmitidas ao homem. Já temos um surto nas matas e estamos diante da terrível ameaça, representada pela possibilidade do vírus da febre amarela se propagar com o Aedes a egypti . Para que isto ocorra, é necessário que uma pessoa contaminada pela febre amarela, entre três ...

Lixo nos ambientes naturais

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Nesse final de ano um presente Ilhéus já ganhou: conseguiu voltar a normalidade e sair de uma das piores crises dos serviço público de limpeza urbana da cidade, causada por problemas políticos envolvendo a administração. E não tem nada pior do que uma cidade suja. Contudo, nosso painel sobre o lixo ou os resíduos sólidos tem várias questões a explorar. Essas questões envolvem desde a falta de participação da população, problemas na coleta, falta de lixeiras e a disposição irregular de lixo nas ruas, a mistura de materiais recicláveis e certamente, a poluição dos ambientes naturais, rios, mar, praias e manguezais . A cheia do rio Cachoeira percebemos uma quantidade e variedade de materiais que são lançados no rio, e ficamos imaginando que o roteiro de suas águas deveria servir de referência para um programa de Educação Ambiental, voltado para a mudança de comportamento e hábitos em toda essa região. Mobiliário, brinquedos, todo tipo de embalagem plástica, muito isopor , de "um ...